quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Dores de adeus

O coração pesa.

É inevitável segurar o choro.

O olhar se perde e se molha. Fixa-se em um ponto. O foco vai embassando, e por mais que se tente, fica difícil conter as lágrimas.

Elas regam nosso olhar e demonstram toda nossa dor.

A cabeça lateja, parecendo que vai explodir. Uma dor inconfundível!

Nasce com o pranto e o desespero. Aquela dor é uma dor que sintetiza toda angustia.



São sensações inconfundíveis e difíceis de narrar. Mas quando alguém que amamos deixa a vida, deixa de nos acompanhar nessa jornada, não resta senão nosso desespero de dizer adeus.

Nossa única certeza é que encontraremos conforto nas lembranças, mas certamente por um tempo as lembranças apenas trarão angustia e aquela pergunta: por que?

Por que nossos amigos, nossos amores têem que morrer?
Por que tanta coisa que é boa chega ao fim?
Por que tudo tem sempre o mesmo fim?
Por que tantas dores? Por que tantos adeus?

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