quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Enquanto ele tentava criar frases que consertassem aquele ataque verbal da mãe, os convidados riam-se.

Corava de desespero, tremia de vergonha. Entre a duvida do que fazer, como portar-se, o que falar, e a indignação daquelas palavras maternas, preferiu soltar um vá à merda e ir embora. Abandonou a mãe, satisfeita com a vitoria; os convidados, refestelados com a humilhação.
Correu até o quarto, enfiou a mão debaixo do travesseiro, encontrou o punhal, e foi fazer tocai no quarto da mãe. Esperou até a madrugada quando os roncos eram os únicos sons da casa, e enfio-lhe a lamina no peito. Adormeceu vendo o sangue escorrer no tapete e deu-se por vingado.

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