quinta-feira, 30 de abril de 2009

As borboletas do estomago

As borboletas do meu estomago morreram! Agora só há casulos e a angustia da espera pela transformação.

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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Por que?

Por que devo temer meus desejos? Por que devem permanecer no meu imaginário? Por que tenho que segredar a minha parte mais honesta? Por que tenho que manter em silencio essa “coisa” que faz meu coração disparar?

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segunda-feira, 27 de abril de 2009

O problema é que está todo mundo querendo a mesma coisa. Eu prefiro improvisar um querer mais incrementado. Só pra ser um pouco menos igual, um pouco menos normal.

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terça-feira, 21 de abril de 2009

Pensar, repensar, pensar

Não bastasse uma vez ter escolhido um curso que em nada me agradou, e mesmo assim te-lo freqüentado pelos cinco anos exigidos, agora cultivo duvidas quanto essa minha escolha pela segunda graduação. 
Meus conhecidos me incentivam, me contam historias cercadas de coincidências de pessoas que fizeram a mesma escolha e que hoje estão "bem de vida". No entanto, meus colegas de curso simplesmente não entendem porque continuo com essa graduação, pois pela minha primeira formação eu poderia "estar muito bem de vida". Já tentei explicar que esse "bem de vida" não tem relação com dinheiro, mas foi em vão. 
Mas o que ocorre é que, de uns tempos para cá (quase três meses), tenho muitas, muitas duvidas sobre continuar freqüentando a faculdade. De inicio, eu tinha prazer em ficar horas desvendando a doutrina, mas agora, nada me faz saborear com prazer os textos obrigatórios. E por essa razão me pergunto: vou investir mais quatro anos em uma escolha que talvez não ira me satisfazer, ou aguento as pontas até o fim do semestre para sentir um pouco mais?
Isso é só um desabafo, um momento para reflexão, um desses instantes em que colocamos tudo para fora para focar melhor, repensar as duvidas... e seguir, mesmo que ainda não saiba muito bem, para onde.
P.S: Se ficou com curiosidade, minha primeira graduação foi em Direito, e agora curso Pedagogia (mas só não sei até quando).

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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Algumas pessoas esquecem que o efeito das frases não são varridos com um singelo pedido de desculpas.

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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Reserva-lo para outras coisas

O animo já foi destruído pelas segundas chances. Toda a dor resultou nessa desconfianças. Se há algo que aprendeu pela narrativa dos seus romances foi que não se aposta mais o coração. Melhor reserva-lo apenas para a saudade, senão, não há pulsar que sobreviva.

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domingo, 12 de abril de 2009

Amor de alma

Ninguem me magoou como ele.
Feriu meu coração, me fez engolir palavras, e mesmo assim , me fez esperar pelo perdão.
A magoa de sangue machuca muito mais do que a magoa do coração. E ele, me machucou na alma. E foi difícil ceder o perdão, mas era amor, amor de sangue, que sempre vence o orgulho.

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

O que fazer?

O que fazer quando aquele que se ama só faz te magoar?
Esquecer, tolerar, perdoar, ou continuar fingindo?
Alguem sabe o que se faz quando se ama demais alguem que te ama de menos?

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terça-feira, 7 de abril de 2009

Em uma noite escura

Ele, enquanto encarava aqueles olhos verdes que choravam, sentia o peito acelerado, o medo se aproximando, a dor ardendo. Queria abraçá-la, reconfortá-la, tirar-lhe daquele sofrimento. Queria te-la mais uma vez, mas sabia que não podia. Queria esquecer e continuar, mas eram tantos mal entendidos, tantos desencontros, que não conseguia voltar atrás naquela decisão. Ela, chorando, quase suplicava, implorava por aquele amor.
De frente um para o outro tentavam esconder toda a dor, mas era em vão. Não conseguiam mais fingir que tudo estava bem, que tudo iria se acertar.
Ele sucumbiu quando entendeu o desespero dela, e então, a trouxe para o peito e a deixou chorar por alguns minutos. Mas não mudou de idéia. Não podia. Era muito orgulho para tentar vencer. Era começar e esperar pelos mesmo tropeços. Não podia.
Aqueles instantes eram seus últimos. A ultima partilha de um afeto que morreria nos próximos minutos. Uma contagem regressiva que passeava pelos meses da união. E bastou que ele declarasse: Acabou, eu não te amo mais; para que se encerrasse a melhor historia de suas vidas. Aquelas palavras foram suficientes para que toda a aflição dela transbordasse.
Ela ficou chorando sozinha enquanto a imagem dele se diluía na escuridão.

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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Tardes de comédia

- Do que mais você sente falta?
- Tanta coisa! Mas, acho que sinto mais falta das risadas que me faziam doer a barriga.
- Lembra daquela tarde que só de olhar para cara um do outro morríamos de tanto rir? 
- Qual? Foram tantas tardes assim?
- Aquela do seu aniversário, lembra?
- Lembro! Nossa, naquele dia a minha barriga doe de tanto rir. Por que mesmo tudo se transformou em comédia?
- Porque eu disse que te amava, e você disse eu também com aquela vozinha de desenho animado, lembrou?
- Lembrei. Tenho saudades das nossas tardes, das risadas, daquele tempo...
- Eu também. Bem que essa tarde podia ser como aquela. Eu te fazendo a barriga doer.
- Acho que você perdeu o dom.
- Perdi nada, quer ver?
- Vai, tenta.
- Te amo!
- Eu também!
Os risos não nasceram, apenas um silencio incomodo, que fez o coração doer.

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