domingo, 28 de junho de 2009

No tarô

Das coisas mais improváveis da minha vida não está o fato de te amar perdida e indefinidamente. O mais improvável foi saber da enormidade desse amor antes mesmo de você surgir. Te descobri no tarô. Meu destino revelado em uma carta. Amar enlouquecidamente você. Você, o sujeito improvável que sempre rouba meu fôlego, e que me fez louca por crer no irracional.

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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Tem medo do que?

Meu maior medo?
 É sobre isso que você deseja falar?
Pois bem, se me fizesse essa pergunta há alguns anos atrás, eu te responderia que meu maior medo seria perder a sanidade. Sabe, chegar a um ponto em que não se consegue mais distinguir o que é real do que não é. Esse era uns dos meus maiores temores. Esse e o medo de perder as memórias, porque você sabe, somos o que somos em conseqüência da nossa narrativa histórica, e sem as memórias, sem as lembranças, que personalidade nos restaria?
Mas hoje, meus temores não são o esquecimento ou a loucura. Meu maior pesadelo é continuar com essa rotina. Acorda, trabalha, ganha dinheiro, gasta dinheiro, tenta ser feliz. Meu medo, hoje, é continuar com essa vida medíocre de quem deixou o sonho perecer por causa de uns trocados.

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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Depois do intervalo

Aos poucos, mas estimados comparsas das minhas insanidades, informo que ainda vivo, porem em estado de hibernação e falta de imaginação (que já não era muita, e que agora decidiu sumir). Volto depois das minhas curtas férias, ou não.

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quinta-feira, 11 de junho de 2009

De quem é a culpa?

Será mesmo o amor o culpado por essa corrida desesperada, ou seria o tal do medo da solidão?

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terça-feira, 9 de junho de 2009

O começo da mentira

-Pai e mãe dizem que apenas esperam que o filho seja feliz. Mas essa é uma mentira gigantesca. Ninguém quer que alguém seja feliz! Querem mesmo... melhor, projetam naquela seqüência genética antigos sonhos, antigos planos, e, esperam que ele os sigam. Felicidade, essa sim é a maior enganação dos progenitores. O filho que experimente dizer, depois de tanto investimento com estudos e os gastos com a saúde, que deseja se tornar musico, malabarista, palhaço, ou qualquer coisa que não seja aquilo que paga bem e garanta uma aposentadoria satisfatória...Ah, pobre desse filho aspirante a feliz contar aos pais que pretende sair em uma viagem narrando as paisagens do país. Mentira. Ninguém deseja a felicidade de ninguém.
Interrompeu o discurso para tomar mais um gole do seu caríssimo uísque quando percebeu a expressão incrédula dela. Talvez fosse o impacto das palavras, mas antes mesmo de perguntar se tudo estava bem, ela disparou:
- Amor, estou grávida. Dois meses. 

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domingo, 7 de junho de 2009

Mais uma das nossas comemorações

Amamos dessa forma descabida e desastrosa. E a elegemos como  um ingrediente a mais. São variantes que podem e surpreenderão, mas que também  aborrecerão. Somos aquilo que mais amamos odiar. Vivemos com aquele sorriso nervoso que aparece quando deveria permanecer escondido. Somos aquele perfume que traz as lembranças dos momentos de descontração. Somos tudo aquilo que tira o sono, que enfurece e faz germinar o ciúmes. Nos é impossível amar como normais. Temos nosso jeito próprio de expulsar as juras de amor, que de tão particular é nosso  segredo.
Mais um aniversário para essa nossa ficção amorosa, mais uma comemoração muda. Para nós, mais um 7 de junho repleto de alegrias tácitas.

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