sábado, 31 de julho de 2010

Palavras

E tudo que eu queria dizer perdeu-se entre o caminho dos seus olhos à sua boca. Palavras já não importam.

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terça-feira, 27 de julho de 2010

Se não fosse eles

E daí que descobri (mentira, eu já sabia há tempos, apenas não queria encarar!) que não encontro apoio naqueles que teoricamente me declamaram amor incondicional. Por sorte, tenho amigos que atenuam minhas angustia.

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Não há mistério

Me expor é a parte mais difícil. E embora, em todo inicio, essa ausência de entrega, de abertura, seja compreendida como ares de mistério, o transcorrer do tempo a transforma em outro significado: frieza, distancia, falta de afeto.
Pois bem, eu confesso: sou a soma da minha narrativa histórica e a dificuldade é apenas uma forma de proteção. Assim, não há mistério, frieza, ou ausência de afeto, é apenas medo do resultado e consequências da entrega.

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domingo, 25 de julho de 2010

Domingos

Nos domingos me perco nas lembranças.
Ah, e como isso me afeta! Me transforma e amedronta. 

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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Destruindo a tese

Em segundos a respiração fica em suspenso e o coração perde o compasso. Consequências da simples menção ao seu nome. E de repente, ao abrir da porta e sua presença, todo o corpo se altera. Físico e emocional denunciando, servindo de contestação perfeita à tese dos amigos de que o tempo me faria esquecer.

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sinais

Quando nossos encontros são apenas rotina.
E quando suas palavras silenciam.
Sei que perecemos.

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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Tem dias...

Tem dias que prefiro evitar meu desgaste e por isso economizo esforço mental e diálogos perdidos. Nesse dias, reflito: será que querem realmente saber o que penso a respeito, ou será que apenas minto? E como resultado da minha ponderação opto pela omissão (ou mentira, isso depende do ponto de vista). 
Tal estrategia tem perpetuado minha sanidade (essa, também depende do ponto de vista do observador), e consequentemente minhas relações aparentes sobrevivem.

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domingo, 11 de julho de 2010

Rótulos

Que a sociedade me imponha rótulos (mesmo que eu os tente ignorar), eu ainda consigo digerir. Mas que não me imponha prazo de validade!

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Das recordações

As recordações de nossas noites estão pregadas em minha memória. Talvez essa seja a razão que me leva a compara-las as novas noites e perceber que já não experimento a mesma emoção.

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Porque neles há amor

São 43 anos de casados. E ainda há espaço para declarações de amores, seja por palavras ou por gestos. Ainda há um brilho no olhar quando percebem a chegada um do outro. Ainda há encontro. Ainda há cumplicidade, afeto e respeito. Percebe-se neles e por eles que há amor, e muito. É um amor vivo.
São anos de uma dinâmica de vida que eu nem imaginei que pudesse existir, ou que ousei sonhar em experimentar. Ao vê-los, apenas imagino, percebo, que não amei e talvez não saberia amar com tanta entrega.

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Uma breve história de amor

Os protagonistas dessa história ainda não entenderam ou não sabem, se aquilo que vivenciaram era desejo, paixão, amor, afeto, ou simples e pura amizade. Embora, eles saibam que, em alguns momentos o ar faltava, o coração explodia e, a necessidade pela pele era urgente, não tinham certeza de como rotular ou compreender as sensações.
O problema era esse: tentar entender o que sentiam.
Racionais demais para ceder espaço às sensações, a apenas vivenciar. E, portanto, como tudo aquilo que diz respeito ao amor não admite o raciocínio critico e objetivo ao qual estavam tão habituados, acordaram, pelo bem da sanidade,  encerrar a suposta  historia de amor.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Ausência

O mais difícil não foi a despedida. O mais difícil não foi lidar com a acidez do estomago, a falta de respiração, ou os olhos embaçados pelas lagrimas. O mais difícil foi o retorno a casa, encarar aquele vazio de vida, o tormento do silencio, e a certeza que a solidão era quem regeria o peito por tempo indeterminado.

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