quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Desses dias

Eu tive que me fazer forte. Foi preciso endurecer o coração e fazer o peito calar as lágrimas que marcavam a pele. 
Foi necessário. Minha história me impôs isso como condição de sobrevivência
E hoje me importo menos com algumas coisas, menos com palavras. Hoje me cerco de pessoas que reservam a mim afeto, carinho e amor. 
E apesar de tudo tem dias que todo o ódio gratuito cai sob meus ombros, que o coração diminui e as lagrimas correm manchando minha pelo. 
E esses são dias tão difíceis. 

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

As consequências

"Eu nunca beijei meu marido na boca". 
Foi essa frase que nos deixou espantados. Os significados que esse teor tem nos serviu como um soco no estômago, tão indigesto.
Deixados os inúmeros porquês que nos fazem refletir sobre o ser humano, a sociedade, o casamento e a condição da mulher, fico imaginando a dor que é ser privado das emoções e sensações guardadas em um beijo. 
Me pergunto o que é amor para essa pessoa. O que é afeto? Se já recebeu carinho? 
Imagino se essa pessoa sabe doar amor, afeto, carinho. Me sinto pior quando lembro que essa pessoa tem filhos, e daí vem a questão: como aprenderam a amar se as expressões foram silenciadas? E é com e por esse último questionamento que "cai na real". 
Isso explica tanta coisa fodida dos relacionamentos...   

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