quarta-feira, 12 de julho de 2017

Tanto

Eu tenho tantas fotos...
E tenho tantas frases...
Eu tenho tanta vontade...
Eu tenho...tanta saudade. 

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sábado, 3 de junho de 2017

Teatro

Tem uma coisinha que o teatro me "deu" e que incomoda tanta gente: a aceitação do meu eu. Isso incomoda tanta gente, porque, afinal, quando sabemos quem somos, o que nos agrada e que não é necessário agradar os outros para vivermos, acontecem vários conflitos e frases como "você não era assim"... Já não é tão fácil ser manipulada. 
O teatro, claro, que com sua intensa e constante investigação, que me conduziu e conduz a um processo de descobertas e experimentações, adicionou mudanças na minha vida, no meu olhar e nas relações. Sinto que fui contagiada, que arrancaram as vendas dos meus olhos, que a vida mudou e que posso e mereço ser feliz. 
Mas o teatro também intensificou minha insegurança e minhas ansiedade, mas aprendo que isso não precisa ser um defeito, aprendo que posso aceitar. Esse tal do teatro faz cada coisa...   

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sábado, 21 de janeiro de 2017

Tem poucos dias que voltei de viagem. E confesso que viajar é uma das minhas paixões. E os motivos são tantos e tão complexos que é difícil escrever sobre, mas há algo que sempre pulsa na mente e no meu corpo sempre que retorno ao meu lar: a cultura do outro. Apesar das diferenças tão gritantes, as vontades e desejos são tão semelhantes. E tudo isso me faz olhar o mundo, a minha vida de uma forma tão diversa de quando parti, algumas coisas perdem significado, enquanto outras tomam outra dimensão. A vida de repente se agiganta pelo resultado de uma vivência tão complexa chamada viajem.   

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

De quando nos sentirmos amados

Ontem foi meu aniversário. E eu sempre lidei mal com essa data. Sempre férias, amigos viajando e os que estão na cidade todos cheios das comemorações do "fim do ano", e tem o adicional de ter sentido a morte de pessoas importantes ou no dia, ou dias antes. Enfim, nunca fui de comemorar, de animar para reunir os amigos, sendo que o aniversário sempre foi uma data mais a ser lembrada do que uma data a comemorar. Mas esse ano eu estou mudada (já tem tempos que sofro uma certa mutação comportamental) e mesmo sem festa ou farra, recebi a data como algo a ser comemorado. E foi bom porque senti o acalanto em palavras, o carinhos de muita gente, me senti amada. E foi bom porque algo ficou mais palpável: ficou na vida quem se importa, ficaram os amigos (poucos, mas ficaram).  

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