quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

De quando nos sentirmos amados

Ontem foi meu aniversário. E eu sempre lidei mal com essa data. Sempre férias, amigos viajando e os que estão na cidade todos cheios das comemorações do "fim do ano", e tem o adicional de ter sentido a morte de pessoas importantes ou no dia, ou dias antes. Enfim, nunca fui de comemorar, de animar para reunir os amigos, sendo que o aniversário sempre foi uma data mais a ser lembrada do que uma data a comemorar. Mas esse ano eu estou mudada (já tem tempos que sofro uma certa mutação comportamental) e mesmo sem festa ou farra, recebi a data como algo a ser comemorado. E foi bom porque senti o acalanto em palavras, o carinhos de muita gente, me senti amada. E foi bom porque algo ficou mais palpável: ficou na vida quem se importa, ficaram os amigos (poucos, mas ficaram).  

4 comentários:

  1. comecei com um nózinho na garganta. Essa coisa doida que dá, por causa dessa não comemoração, sabe? fins e inícios de ano sempre são complicados. acho que não saberia lidar com aniversário nessa época...

    mas o final... aaaaaaah, que coisa linda. que bom que a gente muda ♥

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    1. Pois é Mafê! Ainda bem que a gente muda porque no meio de todo esse processo percebemos o quanto tem gente que nos quer bem.
      Abraços.

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  2. Parabéns, querida. Nós temos o mesmo problema, afinal, janeiro realmente não é um mês muito bacana para festejar aniversários – principalmente quando eles são no começo do mês. Mas fico feliz por você ter ao seu lado quem realmente importa. Isso é um privilégio.

    Beijão!
    Blog: *** Caos ***

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    1. Helena, é um privilégio mesmo. E isso foi algo que, infelizmente, levei algum tempo a perceber.
      Abraços.

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