quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A honestidade dele

Ele: Nunca fui feliz ao seu lado.
Ela: Nossa, insensível. Pelo menos mentisse. Seria melhor...
Ele: Mentiria, mas não foi você quem exigiu a verdade? Pois então, nunca fui feliz ao seu lado. Nunca não. Acho muito rígido, o uso do nunca, então, talvez por uns cinco minutos, você me fez feliz. Só que essa felicidade passava após o cigarro!
Ela: Te odeio!!!!
Ele: Odeia nada. Na verdade, você ainda me ama. E isso dói. E por isso você não é feliz. Por isso prefere a mentira das outras épocas.
Ela decidiu que a honestidade não valia a pena e meteu-lhe a faca no peito. Mais tarde contou para as amigas que ele não parava de ligar, procurá-la, desejá-la, e isso já a estava cansando. Contou que aquele excesso de amor a sufocava.

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