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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Declaração de amor.

É estranho conviver com uma emoção que não controlo. 
Sei que quimicamente algo acontece. Que fisicamente meu corpo reage. Que racionalmente tento o controle. E que o simples som de uma voz tem a habilidade de perturbar todo meu centro. 
E a culpa é única e exclusivamente sua porque é você quem assumiu o controle das emoções.  

segunda-feira, 21 de maio de 2012

E sou

O diploma, o emprego, a estabilidade. 
O namoro, o casamento, os filhos, a família.
Não sou eu quem precisa disso tudo. São os outros que me dirigem essas necessidades. Eu apenas preciso da liberdade. É ela quem eu carrego na minha felicidade. 

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O tamanho do que sinto

Em meus pensamentos soa menos clichê, e quando digo em voz alta o Como pude viver todo esse tempo sem você?, parece que as palavras não alcançam a dimensão correta. 
 

domingo, 29 de janeiro de 2012

Medo

Meu coração pulsa na garganta. 
É o medo de perder, da ausência, do provável sumiço, de não saber mais sorrir longe de você. 
E é medo da dependência dessa sensação, de toda essa confusão, que faz a vida explodir na minha boca expulsando palavras tão doces. 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Palavras

As palavras são desnecessárias. Nenhuma delas bastam. Não são suficientes pra te fazer caber no meu espaço. Então não preciso delas!
Os gestos, por exemplo, são tão mais enfáticos, tão mais precisos, que prefiro utiliza-los.
O problema é que para mim palavras não bastam, mas para você, elas são essenciais. 
E é dai que nasce nosso impasse: palavras...

domingo, 13 de novembro de 2011

Dos sentidos que mudam

Impressionante como as músicas "tomam" novos sentidos. Impressionante é eu conseguir reconhecer quem é culpado.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O tal do amor

O que é amor?
É essa sensação que tem me tirado o sono?
Que me causa estranheza no estômago? E falta de ar quando seus olhos se encontram com o meu?
É isso, afinal, o tal do amor?

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Fazendo birra

Me diz, como que é que eu fico? 
É real tudo isso que eu sinto?
Me diz? 
Me olha?
Me enxerga? 
Você tão longe, tão ignorante do que sinto. E eu, essa ansiedade toda, avançando e recuando em tentativas em me fazer notar. 
Me nota?
Como eu fico se você nem sabe que eu existo?
Injustiça da vida essa que me faz cair dentro do teu coração, mas que não te faz balançar no mesmo pulsar.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Empatia

O tempo, a vida, a experiência, as cobranças, as exigências, em resumo, a soma de todas essas coisas domaram meus impulsos. Já pondero e reflito, seguro a língua, e o mais impensado: penso no outro. O que é um enorme progresso, afinal, julguei que não era dotada da tal empatia. E no fim e enfim, percebo que sou tão humana quanto todos os outros.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Do amar

Amar é fácil: é só deixar fluir. 
Complexo mesmo é acalmar o coração, deixar as suposições de lado e confiar.  Essa sim é culpada pelas gasturas do estômago.  

domingo, 15 de maio de 2011

Você não sabe

É culpa da timidez associada à mudez, que sempre surgem quando as borboletas te veem, você não saber o quanto significa pra mim.  

terça-feira, 22 de março de 2011

Sobre o tempo

Palavras que querem viver. 
Histórias que querem nascer. 
E o tempo no seu exercicio impedindo as expressões do cotidiano.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Culpa

Não posso culpa-lo pelas ausências.
Não posso culpa-lo pelos esquecimentos. 
Não posso culpa-lo.
Não devo transferir ações e omissões e culpa para terceiros. Ou parceiros. 
Posso. Devo. Culpar-me, apenas.

Contrapartida

E enfim, arrisco-me e entrego o coração. Não lhe peço cuidados e nem promessas. Apenas exijo tudo aquilo que vem acompanhado da palavra respeito. Parece-me uma "troca" justa, não?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Amor

E de repente todas aquelas letras que codifiquei e todos textos que interpretei fizeram-se claros e dotados de sentidos. É o tal do amor que fez-se presente e vivo. É a tal da emoção máxima dos casais apaixonados que começou a correr pelo meu corpo. Apontam para meu coração as paginas em branco, e exigem que eu construía a minha narrativa inédita. 

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

sábado, 31 de julho de 2010

Palavras

E tudo que eu queria dizer perdeu-se entre o caminho dos seus olhos à sua boca. Palavras já não importam.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Tempos de ausência

A Imaginação não floresce quando é tempo de ausência das palavras. 
Em tempos de ausência só se cultiva esse silêncio perturbador.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Como sei amar

Sinto muito, mas é assim que sei amar. Com muita intensidade. Com muita vontade. Com muito excesso. Experimentando sempre o primeiro encontro, o primeiro beijo, o primeiro toque.
Sei amar apenas da forma cinematográfica, distribuindo sorrisos e surpresas pelas tarde. Torcendo pelo fogo inesperado, e sempre desejando a palavra mais clichê dos apaixonados.
Preciso sentir a pele, o cheiro o desejo. É  o corpo que transforma aquela sensaçãozinha no meu desejo de paixão adolescente. É por aquela sensaçãozinha de quem sente o amo que incremento novas rotinas e pessoas na minha vida.
Só sei amar da forma mais obvia da vida. Sentindo tudo potencializado no corpo da alma gêmea.