Essa caixinha que engrena, que movimenta a vida, arquitetou um grande escorregador de curvas sinuosas por onde derrama-se os meus pensamentos. E os dias são um verdadeiro desafio à concentração. Já na noite vem a fruição do prazer do vício pelas espirais.
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domingo, 12 de abril de 2015
sábado, 18 de agosto de 2012
Ousadia?
Tenho uma preguiça de pessoas que começam a falar, falar e falar sobre e como querem, mas que não aceitam argumentos válidos. Tenho mais preguiça ainda, quer dizer, tenho uma crise de riso que gera preguiça, quando essas mesmas pessoas sacam a frase "tanto faz" para fugir de um debate.
Honestamente, não sei qual é o medo em discutir determinados assuntos. Credo! Parece que em certos círculos o povo tem pavor em conversar assuntos que não sejam:
1- novela;
2- novela;
3- novela.
Honestamente, não sei qual é o medo em discutir determinados assuntos. Credo! Parece que em certos círculos o povo tem pavor em conversar assuntos que não sejam:
1- novela;
2- novela;
3- novela.
terça-feira, 29 de maio de 2012
A palavra encanta
Ter facilidade para escrever, para criar, demanda algumas habilidades. Habilidades estas que só são alcançadas, desenvolvidas e aprimoradas através do exercício, da rotina, do hábito, da adição de novos repertórios por meio de leitura diversificada. Ou seja, é preciso investir tempo e admitir que a responsabilidade não pode ser exclusiva da inspiração. Enfim, histórias antes de encantarem, já provocaram muita gastura e insônia no autor. Criar é mágico, mas é também doloroso.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Não é sorte, é trabalho
É fácil perder de vista alguns objetivos, esquecer das vontades e deixar sonhos no silêncio. Tudo isso é fácil. O importante é perceber quais as situações, as ações e/ou omissões que serviram de barreira, e resgatar a vontade de retomar o rumo inicial.
É preciso lembrar que sonhos nunca veem com facilidade e só são realizáveis depois de muito esforço e dedicação. E uma dose de teimosia porque na maioria das vezes sempre tentarão te convencer de que seu desejo é puro capricho, e do que você precisa é "pé no chão". Mas duvide, respire e volte sempre ao seus objetivos.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Me assusta
O que me assusta são as ações futuras. O risco potencial de realizar, justamente, algo que abomino veementemente no presente momento. Esse é meu maior temor quando penso no que é envelhecer.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Minhas incertezas e as velhas exigencias
As aulas da faculdade mal começaram e eu já me pergunto se realmente valerá a pena continuar.
Só de pensar no tempo investido, só de imaginar que são sempre as mesmas exigências e metas a serem atingidas, sem que se importem se a aprendizagem ocorreu, que eu fico imaginando: vou adiante, ou paro agora?
Talvez a insatisfação seja culpa das ultimas conversas com os colegas, que sabem o que querem, enquanto eu desconheço minhas próprias vontades. E com isso acabo com aquela sensação de quem assiste toda a cena pelo lado de fora, lá da janela, me sentindo a deslocada do grupo, ou seja, aquela que segue a maré com a esperança de desembarcar em algum lugar.
Perceber e ter a consciência que a grande questão da minha vida é: não sei o que quero, apenas sei o que não desejo; já é um inicio! Mas começou a faltar tempo para ir excluindo da lista o que não quero para descobrir o que quero.
É muita cobrança porque já é tempo de eu saber qual o meu caminho. É a velha exigência social com suas regras de cresça, estude, arrume um emprego, case, tenha filhos e morra, que a todo instante bate na minha porta.
Dá uma frustração caminhar pela vida no escuro, sem um plano alternativo. Dá uma angustia perceber que todos que me cercam acertaram o passo, e eu aqui, parecendo alheia a realidade, cursando uma faculdade que eu não tenho certeza, com um prazo de validade para estourar na minha cara.
Só de pensar no tempo investido, só de imaginar que são sempre as mesmas exigências e metas a serem atingidas, sem que se importem se a aprendizagem ocorreu, que eu fico imaginando: vou adiante, ou paro agora?
Talvez a insatisfação seja culpa das ultimas conversas com os colegas, que sabem o que querem, enquanto eu desconheço minhas próprias vontades. E com isso acabo com aquela sensação de quem assiste toda a cena pelo lado de fora, lá da janela, me sentindo a deslocada do grupo, ou seja, aquela que segue a maré com a esperança de desembarcar em algum lugar.
Perceber e ter a consciência que a grande questão da minha vida é: não sei o que quero, apenas sei o que não desejo; já é um inicio! Mas começou a faltar tempo para ir excluindo da lista o que não quero para descobrir o que quero.
É muita cobrança porque já é tempo de eu saber qual o meu caminho. É a velha exigência social com suas regras de cresça, estude, arrume um emprego, case, tenha filhos e morra, que a todo instante bate na minha porta.
Dá uma frustração caminhar pela vida no escuro, sem um plano alternativo. Dá uma angustia perceber que todos que me cercam acertaram o passo, e eu aqui, parecendo alheia a realidade, cursando uma faculdade que eu não tenho certeza, com um prazo de validade para estourar na minha cara.
E assim, vivo meus dias com a incerteza fazendo festa no meu estomago.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Nova Formula
Meu desequilíbrio mental e minha instabilidade emocional atingiram o ponto máximo esses dias.
Eu não gosto de rotina e por isso mesmo tolero muito bem qualquer tipo de mudança. Alem de tolerar me adapto com muita facilidade. Mas, mesmo assim, sou completamente inflexível na alteração de algumas coisinhas, e não abro mão de meia duzia de procedimentos e produtos que há anos estão presentes no meu dia a dia. Entre um desses produtos está meu precioso tablete de chocolate Alpino, que deve ser consumido logo após ao almoço quando antevejo tempestade.
Aquele sabor todo peculiar "dos Alpes" sempre fizeram meu dia um pouco menos cinza. Esse habito e outras coisa, que agora são irrelevantes, são medidas compensatórias à pequenos dissabores diários. Mas minha paixão por esse chocolate e toda minha estabilidade foi alterada no dia que apareceu uma tal de "nova formula" gravada na embalagem vermelhinha do Alpino. E foi como um desencanto quando o primeiro pedaço adentrou a goela. Meu dia acabou, virou temporal. E a loucura se instalou na minha cabecinha. Os Alpes sumiram!
De quem foi a brilhante idéia alterar aquilo que era perfeito e magico?! Provavelmente de algum ex ressentido comigo.
Detestei essa nova formula!
Agora combino Coca Zero e esse Alpino fajuto quando preciso de "impacto" na minha vida.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Pessoas são pessoas
Pessoas são pessoas e fazem o que sabem muito bem, ou seja, ferir a quem amam. Pessoas fazem isso com uma maestria. Parece que treinam, estudam e defendem tese. Publicações com o título Da essência afetiva à insignificância absoluta em cinco passos, Tortura emocional, uma atividade solitária e Eu não te amo, são o guia das pessoas que são pessoas e desejam atingir a quintessência.
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