sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Palavras

As palavras são desnecessárias. Nenhuma delas bastam. Não são suficientes pra te fazer caber no meu espaço. Então não preciso delas!
Os gestos, por exemplo, são tão mais enfáticos, tão mais precisos, que prefiro utiliza-los.
O problema é que para mim palavras não bastam, mas para você, elas são essenciais. 
E é dai que nasce nosso impasse: palavras...

domingo, 13 de novembro de 2011

Dos sentidos que mudam

Impressionante como as músicas "tomam" novos sentidos. Impressionante é eu conseguir reconhecer quem é culpado.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Justificativas

Não é falta de imaginação. Falta de ter o que escrever. Falta de tempo. 
Não. 
Não é nada disso.
O real problema é que eu só penso em você. 
Que eu só consigo palavras escritas que sejam para você.
Que todas as histórias correm para você.
Que tudo é você!
E isso tá ficando chato! E perigoso...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Deve ser

Imagino que encontrar amor nos olhos do outro deve ser a melhor sensação do mundo. Imagino que deve proporcionar uma plenitude incomparável. Imagino que deve ser extasiante. 
Imagino. Apenas imagino.

domingo, 30 de outubro de 2011

Das minhas confusões

Toda vez que te encontro eu tropeço nas palavras, faço a idiota, e me calo diante de tanta vergonha. É patético. E eu fiz novamente. E provável que eu faça muitas vezes, porque afinal, seus olhos causam uma tremedeira que me desestabiliza, que faz eu esquecer totalmente a minha racionalidade. E isso é perigoso.

domingo, 23 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O tal do amor

O que é amor?
É essa sensação que tem me tirado o sono?
Que me causa estranheza no estômago? E falta de ar quando seus olhos se encontram com o meu?
É isso, afinal, o tal do amor?

domingo, 25 de setembro de 2011

Da nossa vida

E quando dei por mim anos já haviam passado. Já faz muito tempo do dia que caminhávamos lado a lado e construíamos mil hipóteses e sonhos. 
Já faz tempo, mas posso jurar que sinto e vejo como se fosse há poucas horas. Faz tempo que os prazos dos sonhos venceram, que os amores transbordaram em magoas e que vivemos apenas das boas memorias. O tempo das boas risadas, dos toques e das descobertas em conjunto, já venceram. 
Sim, faz muito tempo, tudo continua mudando. Eu e você. Os relacionamentos. Nossos planos. Tudo em constante mudança, com uma unica constante: eu de um lado e você tão distante. E "eu e você" já não completa o "nós". E assim, "eu e você" já não construímos sonhos. Nem planos. Nem amores. E muito menos, gargalhamos da tristeza e desafiamos o impossível. Apenas nos conformamos a representação.
A saudade ainda é muita. E a dor intensa porque somos tão diferentes do "nós" que acreditava. 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Parece, mas será que é?

Tem dias que tenho uma necessidade tremenda de gritar bem alto, que é pra ver se você consegue me escutar, tudo isso que tem explodido dentro do meu peito! Tem dias que parece que tudo isso é amor.

sábado, 10 de setembro de 2011

Quando penso demais

Tenho impressão, as vezes, que pensar demais não é muito favorável ao meu convívio com as demais pessoas da humanidade. Sério. O lance de relacionar-se, em razão do meu constante pensar e teorizar, não está em níveis considerados mínimos para exigências de sobrevivência. O que é tenso demais. Doloroso demais. Incomodo demais. E eu tento, tento mesmo, frear alguns impulsos racionais quando o que é pedido é o lance emocional, mas é inevitável, se eu descuido volto para a minha concha mental e afasto a todos. 
Como posso então te amar se mal consigo te manter por perto? 

domingo, 4 de setembro de 2011

Do que já não posso

Em qual parte do caminho o rompimento aconteceu? Eu segui e o sonho ficou, simples assim. E hoje, tenho uma intensa necessidade de retroceder e trazê-lo comigo.

sábado, 3 de setembro de 2011

Encontro

Foram dias e mais dias de idealização. Completa expectativa. Uma ansiedade que atormentava o estomago. E agora, tão próximo do encontro, medo e uma unica certeza: vou travar! E a culpa é da tua beleza que me faz transpirar, me rouba a palavra, me faz parecer idiota. 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Fazendo birra

Me diz, como que é que eu fico? 
É real tudo isso que eu sinto?
Me diz? 
Me olha?
Me enxerga? 
Você tão longe, tão ignorante do que sinto. E eu, essa ansiedade toda, avançando e recuando em tentativas em me fazer notar. 
Me nota?
Como eu fico se você nem sabe que eu existo?
Injustiça da vida essa que me faz cair dentro do teu coração, mas que não te faz balançar no mesmo pulsar.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Empatia

O tempo, a vida, a experiência, as cobranças, as exigências, em resumo, a soma de todas essas coisas domaram meus impulsos. Já pondero e reflito, seguro a língua, e o mais impensado: penso no outro. O que é um enorme progresso, afinal, julguei que não era dotada da tal empatia. E no fim e enfim, percebo que sou tão humana quanto todos os outros.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011